Aceitar pai e mãe, incluir os excluídos, separar o que está misturado, quebrar padrões negativos repetitivos, dar e receber com equilíbrio, harmonizar o masculino e o feminino, honrar a família e ter permissão para seguir e ser feliz!
Às vezes, estamos fora de nosso verdadeiro lugar em nossas famílias, em um papel que não é realmente o nosso; como por exemplo, irmão que toma o lugar de pai, filha que toma o lugar de mulher do pai (tudo isso no inconsciente) filhos que tomam as crenças e o fardo dos pais para si, ficando assim impossibilitados de seguir seu próprio caminho. Repetição de padrões negativos, doenças psicossomáticas, disfunções sexuais, filhos que não "crescem" por terem medo de não serem mais amados pelos pais, cônjuge que não se independe da influência dos pais depois de se casar, identificação excessiva com algum ente querido que já morreu, etc. Tudo isso influi na disponibilidade ou não do indivíduo para um relacionamento à dois saudável.